Carina, Grasiela e Fábia atuam como assistentes sociais no Hospital Santa Ana | Foto: Arquivo Pessoal

O contato com a realidade das pessoas é uma das marcas mais relevantes dos profissionais de Serviço Social. Em estabelecimentos públicos ou privados, em unidades de saúde, estabelecimentos de ensino, ambientes corporativos ou de assistência, quem opta pela profissão de assistente social abraça mais que um ofício: torna-se defensor de uma verdadeira causa. Neste dia 15 de maio, em que é celebrado no Brasil o Dia do Assistente Social, a Associação Educadora São Carlos (AESC) reconhece o valor de quem, por meio do seu trabalho, consegue transformar histórias de vida a partir da empatia e do diálogo.

A temática adotada pelo Conselho Federal de Serviço Social para 2020 apresenta a chamada “Trabalhamos em vários espaços, sempre com a população. Serviço Social: conheça e valorize essa profissão”. Nessa linha, trazemos uma profissional que atua em um dos mais novos estabelecimentos mantidos pela AESC dedicado à saúde no segmento público: o Hospital Santa Ana (HSA), em Porto Alegre. Grasiela Dornelles do Nascimento, 37 anos, iniciou sua jornada na instituição em setembro de 2018, um mês após a inauguração.

Nesses quase dois anos, somam-se aprendizados diários e a satisfação com o ambiente de trabalho. “Para mim, é gratificante ser uma das primeiras assistentes sociais do HSA e fazer parte da história de uma Instituição que está sendo tão elogiada pelos pacientes e sociedade. Sinto-me feliz em trabalhar nesta empresa séria e comprometida com a recuperação e bem-estar do seu paciente”, afirma.

No Hospital, ela consegue exercer o que acredita ser o significado do Serviço Social. “O assistente social trabalha com as políticas públicas e relações sociais. Dedica-se no acesso à garantia dos direitos do usuário, e precisa estar sempre integrado com uma equipe multiprofissional. É escutar o usuário e saber se colocar no lugar do outro”, ressalta a profissional, formada em 2011 pela Ulbra.

Na visão de Grasiela, o Serviço Social tem como papel o atendimento a usuários fragilizados, discriminados e em situação vulnerável. “Através do nosso acolhimento, tentando a universalização dos seus direitos, oportunizando e auxiliando na construção de novas histórias de vida e novos caminhos, acabamos transformando suas vidas”, define.

Assim como Grasiela, a AESC conta com assistentes sociais em todos os seus segmentos de atuação. Thais Steigleder, no Hospital Mãe de Deus; Ada Vanassi, no Colégio São Carlos – Caxias do Sul; Kaciely Jacino, no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) AD III Noroeste, Humaitá, Navegantes e Ilhas; e Vanessa Moojen, no Centro de Atendimento ao Migrante (CAM) estão entre esses profissionais que vivenciam, diariamente, essa grande causa que é acolher e compreender o ser humano.

Há quase dois anos trabalho com uma equipe multiprofissional dedicada que não mede esforços para que o paciente tenha uma alta hospitalar com a maior segurança possível”

Grasiela Nascimento, Assistente Social

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